Guia de futuros da OFFCODE
Como funciona cada parte da plataforma, com os números conferidos em 5 de setembro de 2026 — os mercados e as taxas de futuros, em 28 de outubro de 2026, já no motor próprio. Se algo aqui divergir do que a tela mostra, a tela é que vale — e o erro é nosso.
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1. O que é um perpétuo
Um contrato perpétuo acompanha o preço de um ativo sem nunca vencer. Você não compra bitcoin: aposta na direção do preço dele, depositando uma margem como garantia. Se acertar a direção, o ganho é sobre o valor total da posição — não sobre a margem. Se errar, a perda também.
É isso que a alavancagem faz: multiplica os dois lados. Com 10x, uma variação de 1% no preço move 10% da sua margem. Uma variação de 10% contra você a zera.
2. Como funciona aqui
Os perpétuos da OFFCODE rodam no motor próprio da OFFCODE e são liquidados em USDT: mercados de cripto, de ações, ETFs, commodities e moedas (tradfi) e de empresas que ainda não abriram capital. A lista viva está no terminal.
A alavancagem máxima é por mercado, não da plataforma, e cai conforme a posição cresce. A escada de cada mercado — o teto de alavancagem e a margem de manutenção de cada faixa de tamanho — está nas Regras de negociação, lidas ao vivo do motor; o teto que vale é o que o terminal mostra no par aberto.
3. Margem isolada e cruzada
Isolada: só a margem daquela posição está em risco. Se ela liquidar, o resto do seu saldo continua lá.
Cruzada: todo o colateral da conta serve de garantia. A posição aguenta mais antes de liquidar, mas uma liquidação alcança tudo o que você tem na conta de futuros.
São a mesma tela com dois riscos diferentes. Escolha antes de abrir — trocar com posição aberta nem sempre é aceito.
4. Abrir uma posição
Dois tipos de ordem, e só:
Market — executa agora, ao preço que o livro oferecer. Você tem certeza da execução, não do preço.
Limit — executa só ao preço que você definir, ou melhor. Você tem certeza do preço, não da execução: se o mercado não chegar lá, a ordem fica esperando.
Nos dois, você pode preencher alvo de lucro e stop loss junto com a entrada. Eles viram ordens que fecham a posição sozinhas quando o preço chegar. Ficam opcionais de propósito — mas uma posição alavancada sem stop depende de você estar olhando.
Cuidado com a direção: numa compra, o alvo fica acima do preço de entrada e o stop abaixo. Numa venda, o contrário. Do lado errado, o gatilho dispara no instante em que é criado e fecha a posição no prejuízo — a plataforma recusa antes de enviar, mas vale entender por quê.
5. Liquidação
Se o preço andar contra você o suficiente para a margem não cobrir mais a posição, ela é liquidada: fechada à força, e a margem se perde. O terminal mostra o preço de liquidação de cada posição aberta — é o número mais importante da tela.
Quanto maior a alavancagem, mais perto ele fica. A 5x, o preço precisa cair cerca de um quinto; a 100x, menos de 1% já basta.
6. Fechar
O botão de fechar envia uma ordem a mercado na direção oposta, do tamanho exato da posição. O resultado — lucro ou prejuízo — vai para o seu saldo na hora.
Um detalhe que vale saber: cada mercado tem um valor mínimo de ordem, nas Regras de negociação. Posição muito pequena pode ficar difícil de encerrar, e é para isso que o mínimo existe: deixar espaço para a saída.
7. Quanto custa
Não há taxa sobre a margem. Futuros pagam só a taxa de execução, sobre o valor de cada negócio: maker 0% e taker pela categoria do par — 0,04% nos pares de cripto gerais, 0,10% nos do grupo B e 0,0125% no tradfi. Uma posição de US$ 1.000 aberta e fechada a mercado num par geral paga US$ 0,40 de cada lado.
Se a posição for liquidada, paga também a taxa de liquidação do mercado, que vai para o fundo de seguro. As taxas de cada mercado estão nas Regras de negociação; o nível VIP desconta spot e convert, não futuros. O 1001x tem regras próprias, na tela dele.
Não há taxa escondida: o que aparece na prévia da ordem é o que sai do saldo. E o funding — o pagamento periódico entre comprados e vendidos, que é do mercado e não nosso — aparece no extrato da conta de futuros.
8. Pôr e tirar dinheiro
Depósito em cripto, em nove redes e 21 moedas — a lista, com as confirmações de cada rede, está em A rede faz parte do endereço —, ou em reais via PIX. O saldo aparece na carteira depois da confirmação na rede — o tempo é da rede, não nosso.
Para operar futuros, o USDT precisa estar na conta de futuros: a carteira tem um botão de transferência entre spot e futuros, nos dois sentidos.
Saque em cripto, para qualquer endereço da rede que você escolher. Confira a rede antes de confirmar — um endereço de uma rede colado no saque de outra é dinheiro perdido, e nenhuma corretora desfaz isso.
9. O que mais existe na plataforma
Spot — compra e venda à vista, roteada por um agregador de liquidez descentralizada. Você vê a cotação e o custo antes de confirmar.
Convert — troca direta entre dois ativos, sem livro de ofertas. Mais simples que o spot quando você só quer trocar A por B.
Copy trading — você escolhe um trader e passa a replicar as operações de perpétuos dele na sua própria conta, com tamanho proporcional ao seu saldo. O trader define a própria taxa, de 0 a 30% do lucro, cobrada só sobre lucro e acima da marca d'água. A taxa que vale é a que você aceitou.
Indicações — seu link e o que ele já rendeu ficam na tela de indicações.
10. Segurança
Ative a verificação em duas etapas. Ela é exigida em saque e em ações sensíveis, e é o que separa a sua conta de quem descobrir a sua senha.
Na tela de segurança você vê todas as sessões ativas — cada dispositivo que entrou na conta — e pode encerrar as que não reconhecer.
O aviso que fecha o guia
Derivativo alavancado é o instrumento mais rápido de perder dinheiro que existe no varejo. Não há retorno garantido, não há operação sem risco e não há estratégia que só ganhe. A alavancagem que multiplica o ganho multiplica a perda pelo mesmo número, e a liquidação não pede licença.
Opere com o que você pode perder inteiro. Se essa frase incomoda, o valor está alto demais.
